VIDA YOGA

1 de nov. de 2012



"Aqueles que perderam a fé nos ideais das religiões ortodoxas e, ainda assim, sentem que sua vida não é um fenômeno da natureza, passageiro e sem sentido, naturalmente se voltam para a filosofia do yoga."
( Taimini)





29 de out. de 2012

Viajar sozinha à Índia - Dicas para quem vai viajar para à Índia

Clique aqui para: Dicas sobre vistos e vacinas para a Índia


Não deixe de ler Dissabores, violências, extorsões e corrupções neste blog tbm.


Essa dicas são para quem vai fazer uma viagem barata. 

Muitas pessoas falaram que era melhor  eu não ir sozinha, principalmente eu sendo mulher, outras que eu tiraria de letra sozinha.

Quando eu estava lá, no começo agradeci profundamente por não estar sozinha. É tudo tão confuso, muita informação desencontrada, muitas atitudes a serem tomadas. Alguns indianos ficam o tempo todo em cima de vc, querendo te vender algo, te ajudar em algo, ou só te olhar mais de perto. Todo esse impacto inicial me mostrou que realmente eu não me sentiria bem estando sozinha no começo. Mas depois de um mês viajando pela Índia, já estava mais fortalecida, mais acostumada ã aquela realidade e tudo o que eu queria era estar sozinha e foi o que eu fiz no segundo mês. 

Meu conselho para quem quer ir pra Índia pela primeira vez e vai sozinha ou sozinho, é que primeiramente fique em um Asharam* por um tempo antes, se ambientando, sentindo o lugar e fazendo amizades com estrangeiros, que podem te dar preciosas dicas e nessas até vc pode arrumar uma companhia para sua viagem.  

Fui em uma dessas que descobri esse fórum incrível ajuda muito >> http://www.indiamike.com/  Todo mochileiro usa.

A mulher que quer viajar para Índia sozinha precisa estar bem disposta,  ter uma boa dose de esperteza, estar afinada com  sua intuição, estudar o máximo possível sobre a Índia, guias turísticos etc. Saber o mínimo de inglês ajuda muito.

 Mas como sempre vou dizer, vai da sua disposição, conheci um monte de doidas que estavam pela Índia sem nenhum "preparo" mas que sempre dava tudo certo. 

Devo dizer que para mulher realmente é um pouco complicado estar sozinha, ainda mais pelo fato de eu ser loira o assédio aumentava um pouco. Os homens faziam círculos a minha volta, ficavam tirando fotos, teve uma situação em que uma policial teve que me tirar do meio de um monte de adolescentes desesperados, por que eu deixei um tirar uma foto, começaram a aparecer um monte que também queriam, e foi aquele caos. Isso aconteceu com outras amigas minhas que estavam em uma estação de trem no interior, elas também tiveram que ser resgatada pela policia do meio de um monte de homens que fizeram circulo em volta delas e nem puderam embarcar naquele trem.

Foi nesse dia
Mas antes que alguém fique apavorado com essa informação, não é nada assim tão violento, acredito que é mais curiosidade deles que vivem em uma repressão sexual muito forte, ninguém chegou a encostar em mim e nem nas minhas amigas. 


Mas algumas atitudes podem ajudar a evitar maiores problemas

* Ashram são lugares, como "escolas espirituais", em que vc pode se hospedar para fazer cursos, receber ensinamentos, ou apenas estar, geralmente são acomodações simples, inclui refeições e tem o preço bem acessível.  

- Andando sozinha pela Índia

- Se estiver sozinha e em um lugar que vc não se sinta segura, por exemplo em uma estação de trem, não responda aos constantes chamados dos homens, ignore, faça cara feia, e se for preciso grite*, em português mesmo, que eles entendem.  O ruim é que quando vc da atenção pra um começa surgir gente de todo o lado, uma loucura.

- De qualquer forma quando vc estiver em um lugar em que se sinta a vontade, converse sim com um Indiano, a melhor forma de conhecer um lugar de verdade é conversando com os moradores e verá quanta coisa interessante vc tem pra aprender nesses momentos de conversa.

Essa roda que fizeram em volta de mim foi de mulheres
- Muitas vezes vão pedir para tirar fotos suas, eu até deixava. Mas é sempre questão de observar onde vc esta, se é um lugar que tem pessoas, famílias em volta pode ser tudo bem, mas as vezes para não criar maiores problemas é melhor dizer "not please". Vc vai saber sentir isso.

*O ato de gritar pode parecer algo muito agressivo para nós, mas eles falam gritando uns com os outros o tempo todo ( observe como uma mulher faz quando esta comprando, parece que eles estão brigando, mas no final sai todo mundo sorrindo). E muitas vezes gritar é a única forma de ser respeitada. As vezes chorar também adianta, os homens saem correndo, as mulheres abraçam (rsrs)


- Tenha cuidado com o que você veste.

 Comprei um lenço e o carregava o tempo todo, em viagens de trem eu me enrolava inteira pra tentar não chamar a atenção.

- Mulheres morenas com o cabelo tingido de loiro sofrem muito mais assédio. ( conheci uma menina lá, que estava viajando sozinha, que acabou raspando o cabelo careca, por que não a deixavam  em paz).
Descobri que isso acontece por que existe uma ideia de que as prostitutas que tingem o cabelo... Cabelo curto também tem algum estigma, não tanto para estrangeiros, por que antigamente os policiais cortavam curto o cabelo das prostitutas.
 Mas muito vai de sua energia também, saia bastante com uma espanhola lá, ela usava regatas curtas e calças coladas, ela não estava nem ai, andava a vontade e nem se incomodava com os assédios ( mas ela sabia gritar quando era preciso também).

- Aproveite o fato de ser mulher na Índia

Os trens dentro das cidade tem vagões reservado para mulheres, é só ver onde tem mulheres na plataforma que é lá que você entra. Também não é nada de muito mais entrar nos vagões dos homens, se estiver disposta muitas vezes  nesses vagões que você vai conseguir um lugar pra sentar. 
Esse é um vagão masculino, notem como todos ficam encarando.


As mulheres tem "filas" especiais, alias não sei por que fila aqui no Brasil se chama fila indiana, por que lá na Índia as filas são na verdade um tumulto de pessoas em cima uma das outras. Mas é melhor vc se tumultuar no meio das mulheres, e muitas vezes pelo fato de vc ser estrangeira elas deixam (praticamente obrigam) vc passar na frente. 


- Viajando  de trem na Índia 
Dicas para viagens de trem na Índia
 
O melhor para mulheres sozinhas é comprar passagens* de trem de uma classe mais alta, principalmente naquelas viagens em que vc tem que dormir.


 Não pense que eles levam a sério as demarcações de lugares, isso muitas vezes da alguma dor de cabeça, mas vc pode se aproveitar disso também.

As mulheres indianas não viajam nas camas do alto de jeito nenhum,  pelo que entendi elas não gostam que a vejam subindo. Eu já fazia ao contrario, sempre que possível pegava a cama de cima, mesmo por que ficava mais longe dos ratinhos que ficam passando pelo chão a noite ( aiaiaia). O saco de dormir é o seu melhor (serve também pra hotéis baratos, com aqueles lençóis todos manchados) me enfiava dentro dele, as vezes ligava o I pod para os roncos não atrapalharem e vamos que vamos!


- Sempre leve lanchinhos extras, uma vez uma viagem que era para ser de 7 horas durou 20 horas, não estávamos abastecidos suficientemente acabamos passando fome pq não conseguimos encarar as samosas embrulhadas no jornal que vendiam no trem.  Humm bolachas God Day são uma boa pedida. 



- Muito cuidado com a mala nos trens
 
- Leve uma mala pequena. Por mais tempo que você vai ficar é essencial sua mala ser muito prática e que você consiga dar conta de carrega-la sozinha, quando você chega nos lugares os homens quase se estapeiam pra pegar a sua mala.  E nossa, uma vez que algum pega a sua mala, senta que la vem história... alguma coisa eles vão querer de vc... As vezes tudo bem, geralmente são os taxistas que pegam sua mala e só querem te fazer a corrida, mas eu preferia por minha mochila nas costas e ter essa "independência".

No trem
Se sua mala é pequena e você pode por ela no seu leito com você tanto melhor.
Se não couber, leve com vc ( para o seu leito) os itens de valor,  tranque com cadeado toda sua mala, e ainda amarre ela na cama de baixo ( geralmente tem uns ferrinhos pra vc amarrar) e depois não vai ficar pensando nos ratos andando pela sua mala.

Outro problema de mala grande no trem é na hora de entrar e sair. Imagine a estação da Sé em São Paulo em horário de pico, a Índia toda é assim, some-se a isso todo mundo com um monte de malas. Por isso nada melhor que uma mala menor pra que vc não fique literalmente entalado no meio das pessoas

* A compra de passagem de trem na Índia é um tanto complexa, geralmente as passagens já são todas compradas, existe uma cota reservada para turistas e você deve comprar em um lugar especial para estrangeiros, reserve um dia pra fazer isso, e o melhor é comprar de uma vez todas as passagens de seu roteiro esse site vende e a taxa é barata http://www.cleartrip.com/. ( em outro post vou falar melhor sobre isso e sobre o tatkal)

- Banheiros na índia
 
Assunto difícil. Prepare-se desapegue-se. 

Leve com vc lencinhos umedecidos, papel higiênico simplesmente não existe na Índia. Mesmo para comprar "tissue"  ele é um artigo mais carinho.
Banheiros no trem é engraçado, tudo o que vc faz cai nos trilhos, ou seja é mais um buraco mesmo, acho que é por ai que os ratos entram.
Em muitos restaurantes ele vão falar que não tem banheiro ( wash room), na verdade até tem, mas muitas vezes eles não consideram o banheiro apropriado para estrangeiros e dizem que não tem, dependendo de sua situação insista mas vá preparada.
 Em muitos lugares eles dão a opção de banheiro ocidental ( com o vaso sanitário) em outros lugares é aquele que vc precisa agachar, eu considero interessante essa opção e muito mais saudável. Mas quando vc esta com aquela diarreia, e inevitavelmente isso vai acontecer com você, é meio cansativo ficar agachada lá.

- Um dado interessante.
Vc vai ver homem fazendo xixi por todo o lado, como se isso não acontecesse no Brasil, e criança tbm, e vai ver criança fazendo coco na rua também. Mulheres não.
O que acontece é que em muitas casas não existem banheiros e eles fazem nas ruas, só que muitas mulheres vão no banheiro uma vez por dia só, as 4 da manhã quando não tem ninguém vendo e durante o resto do dia elas seguram. Da pra imaginar o autocontrole que essas mulheres tem?
Eu estava fazendo um curso de yoga em um asharam e uma conhecida  estrangeira queria ir no banheiro no meio da aula, a estagiaria indiana perguntou na maior naturalidade "mas você não pode segurar só mais 3 horas?"

- Peça ajuda pra uma indiana

Naturalmente você vai se relacionar com muito mais homens, eles que estão no comércio, nas ruas, é difícil encontrar mulheres pelas ruas ou trabalhando, além do que elas são bem mais reservadas que os homens. 
Mas se vc estiver em um lugar e precisar de ajuda, recorra a uma mulher que elas compram a sua briga, seja pra ajudar na barganha para comprar uma fruta mais barata ou pra que você consiga um lugar em uma fila. Eu aprendi isso lá, basta contar sua historia pra uma mulher que ela toma as suas dores e resolve pra você.
E é uma pena também que vc não encontre tantas mulheres que falam inglês. Em Mumbai que já é uma cidade mais moderna vc encontra mais mulheres que falam inglês.
Todas que eu tive oportunidade de conhecer são sempre muito solicitas. A gente tem uma noção da cultura indiana como muito machista, e se formos pensar com o nossos moldes ocidentais de fato é uma cultura machista. Mas não sei bem como explicar, conheci mulheres incríveis lá, guerreiras, revolucionárias, as mulheres indianas tem muita força, é de se aprender muito com elas, e como elas levam e comandam a vida delas.

 Ainda quero escrever muito mais sobre a mulher indiana.



Espero que tenha ajudado. Continuarei em outros post
Quem quiser pode perguntar também

Namastê 


Imagens: Sati Sukalpa

Viagem à Índia : De volta

Faz um tempinho que tenho um sentimento de dívida com esse blog.
Falei, falei da minha ida para à Índia e nunca mais voltei aqui para contar.

Vamos lá então.




Bom... eu fui e voltei dentro do prazo: Foram 2 meses.

O engraçado que quando eu estava lá eu ficava lembrando de tantas pessoas que me falavam que eu não ia querer voltar, e ficava me perguntando, por que as pessoas imaginavam que eu não ia querer voltar desse lugar tão louco.

A temporalidade lá é outra, o lugar é muito intenso, costuma se dizer que na Índia um dia é como uma semana, uma semana é como um mês e um mês é como um ano.
Definitivamente a Índia não é nem um pouco fácil!

 E tenho que dizer:  Você tem que saber muito bem por que quer estar lá. 
Caso não tenha isso muito definido a vontade de sair correndo para algum lugar como Bali é muito grande.
Muitas vezes me perguntei por que todo mundo dizia mil maravilhas da Índia e nunca falavam  "do outro lado", depois eu descobri que todo mundo contava o outro lado também eu é que não prestava a atenção. 

Mas foi uma viagem incrível e de muitos aprendizados que estou digerindo até agora, foi tudo tão forte para mim, que resolvi terminar todas as minhas coisas em São Paulo e ir morar em uma comunidade isolada na Chapada dos Veadeiros.
Nos próximos post vou contando sobre essa viagem falar "do outro lado" e trazer também algumas dicas para quem quer se aventurar por lá.
Esse blog esta ativo de novo!!!

Namastê

4 de dez. de 2011

Viagem à Índia – O ataque do rato

 Chegou a grande hora parto amanhã.

Muitas coisas aconteceram no período que antecedeu essa viagem, mudanças, rompimentos, desencontros em fim, tudo pra deixar esse processo cada vez mais forte. Com as pessoas que vão viajar comigo também muitas coisas aconteceram, de roubo de carro na véspera da viagem até disenteria.

Mas é isso ai fechamentos de ciclos, não nos esqueçamos de que 2012 é o ano 5, o ano das mudanças e da liberdade, movimento.



O monge (Dada Siddeshi) que vai nos guiar na viagem, a todo tempo tenta nos alertar para que estejamos preparados pra realidade tão diferente que vamos encontrar lá. Ressalta para nós que a Índia é um país de extremos. E se por exemplo, focarmos nossa mente para ver só o que é sujo, ou a miséria, será só isso que enxergaremos.

Acho que é como tudo na vida, quando focamos nossa mente ao pessimismo, achando sempre que tudo esta errado, só isso acontece na nossa vida.

E essa foi a minha grande lição de ontem.

Sempre que conversava com alguém sobre a Índia eu falava, meio que brincando, que o que realmente me preocupava eram os ratos, já tive algumas experiências com ratos e sou um pouco traumatizada.
E na Índia tem vários relatos de como esses ratos são “atrevidos” pulam em você e até dormem na sua cama.

E ontem à noite passando bem na rua da minha casa, que eu já passei milhares de vezes, surgiu correndo uma enorme ratazana marrom, ela veio na minha direção e deu uma super cabeçada na minha perna e desapareceu.

Foi horrível, tenho trimiliques só de lembrar.


Acordei essa madrugada com vários pensamentos tentando compreender o significado tão profundo desse ocorrido.

Cheguei à conclusão de que não preciso ir muito longe para encontrar o que temo, assim como não preciso ir tão longe para encontrar o que amo. Deus.

O que temo, e o que busco, estão tão próximos de mim, e podem ser como os ratos que andam escondidos nos obscuros bueiros da cidade, estão lá mesmo que queiramos ignorar.

É muito forte isso. Ta tudo dentro de nós. A gente sabe disso de cor e salteado, mas às vezes precisa tomar cabeçada de ratazana pra entender melhor isso.

Na antropologia, estudamos outras culturas e o comportamento do outro, e quando observamos o outro acabamos, na verdade, nos conhecendo.

 Quando estudo uma cultura e, por exemplo, percebo que em outro lugar se come ovos com bacon no café da manhã, eu entendo que a minha cultura é comer pão com manteiga e café com leite. 

Yogando um pouco a antropologia,

Percebo que estou indo pra Índia não pra encontrar o belo ou o feio, o sublime ou o contraditório. Mas para encontrar a minha noção de como julgo o que é belo ou o que é feio, e talvez quebrar alguns paradigmas - meus- do que eu julgo ser belo e ou feio.

Mas estou divagando, certo que vou entender melhor o que a ratazana quis me dizer lá no meio da viagem...

Namaskar

No próximo post já enviarei noticias direto da Índia.


Queria agradeceer a tod@s que tem acompanhado essa minha jornada, me incetivando, opinando dando dicas e principalmente boas vibrações.
Agradeço profundamente!

E gente comenta ai. Fala alguma coisa, manda um beijo seilá!!

26 de nov. de 2011

Viagem à Índia - Adeus a Ganesha

Acho que mais ou menos ha uns 5 anos atrás, ganhei de um amigo indiano uma imagem de barro do Deus elefante Ganesha.  Ele é todo amarelo e lembro que tinha cheiro de temperos indianos.
Resolvi então montar um altarzinho, depois dele ganhei  outras imagens  que junto com a foto do meu Guru compõe o altar.

Na Índia existe um ritual bem interessante para esse Deus.




“ Nas celebrações que envolvem o deus Gaṇeśa, existe um importante ritual de imersão (visarjan), no qual as esculturas do simpático deus com cabeça de elefante, também conhecido como Gaṇapati, são levadas à água. Nessa prática ritual, as imagens, tradicionalmente feitas de barro, afundam e são dissolvidas. Esse ritual, que mostra muito objetivamente a transitoriedade das formas, transmite ao devoto a idéia de que o deus está além da imagem, a qual serve apenas temporariamente como forma de conexão com o divino. A estátua serve então literalmente como uma forma – uma forma de induzir o contato do humano com o divino. É um intercâmbio entre as duas dimensões. Essa ponte é dissolvida depois de cumprida sua função: uma vez que o adepto está em contato com o divino, já não há mais serventia naquele objeto de culto.


Extraído do blog " O som e a escritura" de João Soares


Vou assim levar o "meu" Ganesha que me acompanhou durante esses anos pra dar esse mergulho no Ganges. Com um pouquinho de apego, confesso, mas sabendo que isso representa um grande aprendizado sobre a transitoriedade da vida.


Esse vídeo, muito bonitinho, mostra uma animação do que acontece quando os Ganeshas são lançados a água.


23 de nov. de 2011

O que é Tantra




"O que é tantra? O processo de transformar animalidade, ou divindade latente, em Divindade Suprema é conhecido como Tantra. A prática espiritual que libera o aspirante do torpor ou da animalidade e expande o seu ser é a prática Tântrica (sádhana). Logo não pode haver pratica espiritual alguma sem Tantra. Prática espiritual significa a prática da expansão, e essa expansão não é nda mais que a liberação de todo o tipo de amarras de torpor. A despeito de classe, crença ou religião, aquele(a) que aspira  pela expansão espiritual, ou faz algo de concreto, é um Tântrico. Tantra em si mesmo não é nem uma religião nem um "ismo". É a ciência espiritual fundamental " 

( Shri Shri Anandamurti.Tantra e seu efeito na sociedade in: Os pensamentos de P.R. SARKAR)

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